16 de setembro de 2011
25 de abril de 2010
08/04/2010 | N° 11907
Cidade revelada
ARTISTA DAIANA SCHVARTZ INSTALA NOVOS OUTDOORS DO PROJETO MIMETISMO URBANO, QUE COMPLETA COM ARTE AS PAISAGENS ESCONDIDAS PELAS PLACAS PUBLICITÁRIAS
Da janela do apartamento, Daiana Schvartz olhou um outdoor do outro lado da rua. O que prendeu a atenção da artista visual não foi a propaganda estampada no espaço publicitário, mas o que poderia estar do outro lado do painel. Longe do alcance dos olhos, mas instigando a imaginação, a imagem escondida deu início à série Mimetismo Urbano.
De acordo com o Dicionário Aurélio, mimetismo é a propriedade de confundir pela forma ou pela cor com o meio ambiente ou a tentativa de imitar alguém. Dentro deste conceito, Daiana desenhou com lápis aquarela a paisagem escondida em uma folha papel, levando em consideração as proporções reais. Depois de escaneada e ampliada nos outdoors, o material traz à tona uma representação aquarelada do está escondido.
– O meu objetivo era tirar o outdoor da sua função, permitindo que o olhar das pessoas descansasse sobre a paisagem. O desenho é, na verdade, uma cópia da realidade – comenta a artista.
Ao todo, foram produzidos seis outdoors. Três deles permaneceram por duas semanas nas ruas de Blumenau e os outros três poderão ser conferidos até o próximo dia 12 de abril. Nem todas as imagens são fiéis à paisagem que está por trás do painel. Em alguns lugares, pelo difícil acesso, Daiana optou por reproduzir uma paisagem imaginária, que se encaixasse perfeitamente à parte visível da vista. A série foi viabilizada através do Fundo Municipal de Apoio à Cultura.
Reincidente
Esta não é a primeira vez que a desenhista utiliza o outdoor, espaço geralmente destinado à publicidade, para levar um pouco de arte ao encontro do público. Em 2008, Daiana publicou uma série de desenhos relacionados à tecnologia nos outdoors de Blumenau, que ganhou o nome de Outdoor: Arte Fora das Portas. No currículo, a artista visual também possui uma seleção no Salão do Jovem Artista e atualmente tem parte do seu trabalho exposta no Salão Elke Hering.
wania@santa.com.br
* texto publicado no Jornal de Santa Catarina em 08/04/2010
link: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1124,2865344,14454
5 de abril de 2010
Novos mimetismos
20 de março de 2010
Mimetismo Urbano


‘Mimetismo Urbano’ é o novo trabalho de Daiana Schvartz
O que há por trás daquele outdoor? Que paisagem ele esconde? Em sua nova obra “Mimetismo Urbano”, a artista visual Daiana Schvartz brinca com estas questões e reinventa a paisagem, trazendo para frente do outdoor o cenário por ele omitido.
A “mimese” do outdoor convida o espectador à reflexão, propondo uma anulação poética deste veículo de comunicação, e subvertendo o seu uso. Com isso, Daiana retoma a discussão iniciada em seu trabalho anterior, ‘Outdoor: Arte fora das portas’, uma crítica ao excesso visual e publicitário que invade as ruas, e ao apelo de consumo a que é exposto o indivíduo que transita pela cidade contemporânea. “O outdoor percebido e concebido como espaço essencialmente publicitário é convertido num objeto estético e conceitual”, explica Daiana.
Além da discussão e resignificação do espaço midiático, a escolha do suporte é também fruto de uma busca por novas linguagens, materiais, técnicas e suportes para a obra de arte. Ao eleger a rua como espaço para expor seu trabalho, a artista permite que um grande público, diferente daquele que normalmente frequenta salões e galerias, possa ter acesso à arte contemporânea, e põe em cheque questões sobre o acesso e a democratização dos espaço de arte.
Qualquer pessoa que transitar pelas ruas de Blumenau nas próximas semanas poderá se deparar com um dos seis outdoors espalhados pela cidade, o trabalho estará exposto até o dia 12 de abril.
O projeto “Mimetismo Urbano” foi viabilizado através do Fundo Municipal de Apoio à Cultura/Fundação Cultural de Blumenau.
Informações para a imprensa:
Aline Assumpção, Jornalista (MTB/PR 5022 JP)
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Liquidificador
Comunicação e Arte
13 de março de 2010
Pequeno Álbum
Viegas Fernandes da Costa nasceu em Blumenau (SC) em 1977. Licenciado em História e pós-graduado em Estudos Literários, atualmente trabalha na Biblioteca da Universidade Regional de Blumenau, onde edita o site de literatura Sarau Eletrônico, e no Colégio Metropolitano de Indaial, onde leciona Filosofia e Atualidades. Além de Pequeno Álbum, é autor de Sob a Luz do Farol (Ed. Hemisfério Sul, crônicas, 2005) e De Espantalhos e Pedras Também se Faz Um Poema (Ed. Cultura em Movimento, poemas, 2008).
Oficina realizada no Catalisa
Cow parede, é o título do trabalho realizado na oficina de Intervenção Urbana do Catalisa: Arte e Cidade 2010. A intervenção foi feita no dia 07.03 na rua 7 de setembro no centro da cidade de Blumenau.acesse: http://catalisa.wordpress.com/
1 de março de 2010
Intervenção de Gaspar no site da Zupi
O ministério da cultura da cidade de Gaspar, Santa Catarina, quer promover o diálogo entre a comunidade e o rio Itajaí Açu. Para tal, convidou Daiana Schvartz a produzir um mural, que a artista explorou imprimindo seis desenhos em papel e colando no muro.
A obra realizada visa chamar à atenção da população para a existência do rio Itajaí Açu naquele lugar, enfoque que é totalmente conseguido através da simplicidade dos desenhos da artista.
*texto retirado do site da revista zupi.
Corrigindo: O convite veio do departamento de cultura, não do ministério da cultura como anunciado no site.
link: http://www.zupi.com.br/index.php/site_zupi/view/falem_com_o_rio_itajai_acu/
27 de janeiro de 2010
Site Specific na Arquitetura

A enciclopédia Itaú Cultural diz que "o termo sítio específico faz menção a obras criadas de acordo com o ambiente e com um espaço determinado. Trata-se, em geral, de trabalhos planejados - muitas vezes fruto de convites - para um certo local, em que os elementos esculturais dialogam com o meio circundante, para o qual a obra é elaborada. Nesse sentido, a noção liga-se à idéia de arte ambiente, que sinaliza uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço - incorporando-o à obra e/ou transformando-o -, seja ele o espaço da galeria, o ambiente natural ou as áreas urbanas
É possível afirmar ainda que as obras ou instalações site specific podem remeter à noção de arte pública que designa, em seu sentido corrente, a arte realizada fora dos espaços tradicionalmente dedicados a ela, os museus e galerias. A idéia geral é de que se trata de arte fisicamente acessível, que modifica a paisagem circundante, de modo permanente ou temporário."
Fonte:www.itaucultural.org.br/enciclopedia/
2 de dezembro de 2009
30 de novembro de 2009
Intervenção de Gaspar no Wooster Collective
http://www.woostercollective.com/2009/11/seen_on_the_streets_of_gaspar_sc_brazil.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+wooster+%28Wooster+Collective%29
Salão Elke Hering
Um salão de arte seleciona trabalhos inéditos feitos por artistas de todo o país. Esta seleção é constituída por jurados que definirão quais os trabalhos estão em maior consonância com a linguagem contemporânea. Por isso, a existência de um salão de arte é fundamental para qualificar a produção e a reflexão artística em uma região, inserindo-a nos debates nacionais. Enquanto as bienais de arte são as referências da produção internacional, os salões são espaços de referência da produção nacional.
Dentre os diversos salões do Brasil, o Elke Hering conquistou ao longo de sua trajetória uma posição de destaque e credibilidade, fazendo com que a cada ano a participação de artistas, em termos qualitativos e quantitativos, só tem aumentado. Além disso, nas últimas edições o salão constituiu uma política educativa para formação de público através de monitorias para visitação das escolas e do público em geral. Este processo foi fundamental na medida em que houve uma maior participação da sociedade, fazendo com que a arte definitivamente possa cumprir com o seu papel.
Infelizmente, vivemos dias tristes para a arte em nossa cidade. Após oito edições ininterruptas do salão, este será o primeiro ano que ele não acontecerá. Com alegações diversas, muitas vezes desencontradas, a Fundação Cultural de Blumenau não realizará um evento desta importância. No mês de novembro (data prevista para abertura do salão) onde teríamos possibilidades de fruição dos trabalhos contemporâneos, temos somente salas vazias. Mas o silêncio e as paredes em branco dizem muito para nós. Afinal, atualmente o vazio é o maior símbolo da política pública para a arte em Blumenau.
Daiana Schvartz
26 de outubro de 2009
des_locamentos | Por Roseli Hoffmann Schmitt
A arte mergulha em experimentações e excessos, numa condição de estranhamento e instabilidade que desnorteia e intriga - provoca. Os artistas incorporam e comentam a vida em suas grandezas e pequenezas, em suas potencialidades de estranhamento e em suas banalidades. A pintura não morreu tão pouco a escultura desapareceu. Juntam-se, a elas, as instalações, objetos, performances, textos, vídeos, internet e um sofisticado sistema de suportes e possibilidades matéricas.
Artistas contemporâneos buscam sentido. Um sentido que pode ser alicerçado nas preocupações e apreensões da realidade, nem sempre deslocada, mas locada em um tempo e espaço próprio e ao mesmo tempo universal.
Daiana cria fábulas. Suas obras combinam o desenho, a fotografia, a plotagem, as instalações. A obra provoca o estranhamento, tal como em “Alice no País das Maravilhas”, gerando um clima de mistério.Liberdade, ausência e solidão do mundo pós-moderno convivem com o mesmo espaço com um lacônico cenário de contos de fadas em que o cidadão do mundo viaja por continentes e culturas diversas. Os desenhos sobem pelas paredes, entrelaçam cantos e tetos com as vozes roucas do mundo. Agigantam-se e abafam o silencio do não dito, do oprimido, da violência. É o cântico desesperado do mundo, das muitas vozes, dos muitos povos. Fragmentação e circulariade da Alice – nas grandezas e nas pequenezas.
As etiquetas plotadas no chão formam uma cobertura poética de significância simbólica, beirando os limites do mundo global e da inexistência de identidade e particularidade. Forma um tapete de partículas efêmeras e de memórias pessoais e, ao mesmo tempo, globais. Traçam o itinerário do tempo. Marcam topografias de percursos aleatórios.
Nas mãos da artista, objetos e elementos banais, como as etiquetas de roupas, tão esquecidos e surrados com o tempo de uso, ou não, formam um microcosmos de uma vida em transito. A artista realiza operações mentais que anunciam verdades profundas. Cria uma trama exercícios de subjetividade que se iniciam no ambiente domestico e dele ecoam para uma torre de babel de línguas e culturas. Na somatória das vozes, um clamor de aconchego busca o significado mais amplo de nossa existência - a transitoriedade no mundo.
Memória emprestada de fragmentos imaginários. Retalhos de banalidades que envolvem a etiqueta não só de vestimentas, mas de pessoas. Identidades cravadas no chão onde cada qual pisa. Aqui eu fiz, aqui eu andei, aqui está meu vestígio, quase apagado no tempo, mas feito no mundo, no Brasil, na China, na materialidade e no tecido da voz.
As implicações da arte contemporânea pelas questões do corpo são complexas. Ligam-se ao contexto do final do século XXI, da globalização ao anonimato, aliada a um culto ao corpo que permitem transformações físicas, demandando uma nova e radical fisicalidade.
Emerge, desse contexto sócio-histórico um corpo pós-moderno que não mais se representa. Ele orquestra um jogo multifacetado de conteúdos, manipula materialidades e emoções e, escapa de suas conexões com a realidade, assume contornos rarefeitos, etéreos, artificiais e efêmeros.
Na construção desse jogo de sentidos, Aline apropria-se das possibilidades de representação do corpo para expressar a sua arte.
O corpo que a artista apresenta passa a materializar comentários sobre sexo, morte, religião, vida, decadência, espiritualidade, individualidade, massificação. Passa por um ilimitado campo de experimentações autobiográficas atemporais e universais.A memória corporal torna-se um valioso bem, de imensurável valor afetivo. A artista desnuda e oferece ao fruidor uma cumplicidade e intimidade de quem abre um diário.
A rigidez da forma do corpo e da fisionomia gélida e comum do rosto instaura a sua própria ausência. O corpo desmaterializa o lugar de sua fisicalidade e intimidade enquanto corpo físico e orgânico e transforma-o em um corpo de simulacro.
A artista corta a materialidade que reveste o corpo (o vestido) e deixa vestígios, marcando territórios e tempos. No vídeo, usa uma fala pragmática de imagens, saindo do espaço individual e temporal para abarcar a universalidade virtual e simbólica.
A ausência do corpo – corpo no vestido, o corpo sem vestido, o corpo sem rosto, o rosto de todos - a cadeira sem corpo, o corte da tesoura, a tesoura no vestido, o tecido do corpo, o corpo de todos - de ontem, anteontem, do hoje, do amanhã. A vida de todos, no chão, a vida toda.
No nosso mundo urbano contemporâneo as coisas não se pretendem representar ou serem representadas, representando verdades externas a si mesmas. No mundo confuso do nosso dia-a-dia, onde as coisas acontecem numa velocidade superior à capacidade humana de apreensão, as aparências simplesmente são.
Charles articula as possibilidades do real no irreal. A questão da identidade é perpassada por uma sensação de impossibilidade e fugacidade.O artista cria instalações que apresentam a dualidade como tema, a partir dos efeitos de luz e sombra, do deslocamento do real e do irreal. Com o uso da luz, o artista cria um sistema em que as coisas se apresentam como irônicos Trompe l´oeils. Assim, a bicicleta suspensa no espaço, e por isso mesma matéria de desfrute e não de uso, vê-se projetada na altura do solo para ser pedalada, revestida de múltiplas cores.
E o que aparece estranho se apresenta, na verdade, como a concepção mais possível, verdadeira e palpável da materialidade. As tensões das coisas do mundo são apresentadas através das curiosas criações do artista. Charles propõe a impossibilidade de se reter um lugar externo, tanto de se enraizar internamente. Ele discute a falência da sensação de conforto e estabilidade da vida; do sistema de relacionamentos reais e a crescente aldeia global de relacionamentos virtuais; desconstrói mitos e recria verdades.
Os artistas falam do não lugar daquela estranha – no entanto familiar – sensação de não se pertencer a lugar e tempo nenhum – do des-locamento do tempo e do espaço e da materialidade.
* por Roseli Hoffmann Schmitt, crítica de arte-ABCA/AICA
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Mais:
No blog do Solda: http://cartunistasolda.blogspot.com/2009/10/anote-na-agenda_20.html
No Jornal de Santa Catarina: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1124,2690959,13361
17 de outubro de 2009
des_locamentos
O evento é uma iniciativa do trio, junto ao SESC Blumenau, e com a colaboração da crítica de arte, Roseli Hoffmann Schmitt.
Para esta exposição, cada artista está desenvolvendo uma obra inédita, relacionada a sua própria pesquisa e trajetória. Em comum, a afinidade estética, a mutiplicidade dos suportes, e os 'des_locamentos' de tempo, espaço e outros parâmetros que as obras propõem.
Também está envolvida no projeto a artista multimídia, Juliana Teodoro.
O coquetel de abertura será na Casa Sesc, a partir das 20h.
12 de outubro de 2009
Intervenção Urbana em Gaspar
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2676698.xml&template=3916.dwt&edition=13268§ion=1315
19 de maio de 2009
EXPOSIÇÃO! ART EXHIBITION!

EXPOSIÇÃO FOTOGRAFICA
Índia individual
DAIANA SCHVARTZ E RICARDO MACHADO MOSTRAM, EM EXPOSIÇÃO DE DESENHOS E FOTOS, OUTRA VISÃO DO PAÍS POPULARIZADO NA NOVELA E NO CINEMA
Aexperiência de cerca de dois meses em um país totalmente desconhecido rendeu mais do que lembranças de viagem ao casal Daiana Schvartz e Ricardo Machado. Rendeu a vontade de montar uma exposição, mostrando detalhes do país asiático por onde passaram. As ideias, a partir de amanhã, ganham espaço na Biblioteca Central da Furb, em Blumenau. Com diferentes talentos, a artista plástica e o historiador reúnem obras na exposição Olhares Sobre a Índia, que abre amanhã, às 20h.
Falar sobre a cultura indiana, atualmente, pode parecer lugar-comum. Diariamente, quem assiste à novela Caminho das Índias, da Rede Globo, recebe informações sobre a vida familiar dos indianos, seu linguajar, seu modo de vestir. Desde o ano passado, a novela é responsável por alavancar a cultura de massa indiana que chegou às roupas, aos sapatos e às bijuterias. Quem também se rendeu aos encantos do país asiático foi o cinema. O vencedor do Oscar 2009 foi justamente um filme com a temática indiana, Quem Quer Ser um Milionário?, uma produção mista de estúdios com a indústria cinematográfica de Bollywood.
O fato de o filme mostrar uma Índia marginalizada e a novela apresentar famílias indianas glamurizadas mostra como é possível ter visões diferentes sobre um mesmo país. Daiana e Ricardo sabem que as pessoas que conferirem a exposição, a partir de amanhã, já terão muitas informações sobre o país. Talvez, chegarão ao espaço até mesmo com uma visão pré-concebida. Por isso, a intenção não é fazer um retrato do povo, mas o olhar do casal a partir das experiência vividas no país.
– A Índia é muito barulhenta, muitos vendedores, é muito rua, sabe? Mas a gente quis mostrar detalhes da cultura. Tanto que nem as fotos nem as telas contam com mais de duas pessoas no mesmo cenário – explica Daiana.
Ao todo são sete fotografias de Ricardo, produzidas no país há pouco mais de um ano, e sete telas de Daiana, preparadas no ano passado e, algumas, em fase de finalização. Telas e fotografias não têm relação entre si, no entanto, como abordam questões culturais e detalhistas do povo indiano, de certa forma elas acabam ocasionando um diálogo, evidente aos observadores.
wania@santa.com.br
28 de abril de 2009
6 de abril de 2009
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painel multimãos escambau
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aconteceu na festa escambau de
1º de abril no rancho do pastel - bnu
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alguns dos responsáveis: daiana schvartz, bruno bachmann,
clóvis truppel, mona lisa budel, daniel costa e souza, nestor jr,
um menininho filho de não sei quem, entre outros (?)
5 de abril de 2009
Olhares sobre a Índia
Acrílica s/ tela / Acrilic on Canvas
Mulheres de Gujarat
Acrílica s/ tela / Acrilic on Canvas
Acrílica s/ Tela/ Acrilic on Canvas
Acrílica s/ Tela/ Acrilic on Canvas
Acrílica / Acrilic on Canvas
Acrílica s/ Tela/ Acrilic on Canvas








2009


